domingo, 23 de fevereiro de 2014

As vezes eu queria nunca mais sair de casa, mas eu tenho que enfrentar esse mundo cruel.  As vezes eu queria nunca ter nascido, ou talvez morrer no parto, estaria fazendo um favor a todos. Mas as vezes eu queria apenas saber amar.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Apenas para Lovatics

Queridas Lovatics e BoyLovatics, caso não entendam o que está escrito, deixem-me explicar:

Dia 20 de Dezembro, todas as Lovatics desenham um coração da Demi nas costas da mão. E quando vir uma Lovatic com o coração, sorrir para ela ou algo do gênero (acho que é isso)

Se você for Hater da Demi, peço que ignore esta postagem, por favor. Agradecida.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Todos me convencem de que seu namorado é mais importante do que eu. E admito que, depois de um tempo, passei a acreditar nisso. Mas não acreditei por eles terem me dito, mas sim pelo fato de você comprovar através de seus atos. Sinto que já não significo tudo isso para você. E talvez eu realmente não signifique. Mas isso me serve de lição para nunca mais me apegar. E isso vale a você também. Está na hora de nos afastarmos. Vai me machucar? Vai. Mas é um mal necessário.
Me sinto uma criança implorando por atenção. E isso não é correto. Afinal, ele é seu grande amor, e eu sou apenas sua melhor amiga.

sábado, 12 de outubro de 2013

          Senti o ar sumir de meus pulmões. Achei que aquela seria minha hora, que o meu livro teria finalmente um fim. Você colocava a bombinha na minha boca e tentava me fazer recuperar meu ar com todas as suas forças. Eu via em seus olhos que você não aguentava mais lutar para me manter viva. Então é assim quando morremos?
          Desisti. Fui me deitando aos poucos, esperando a morte me levar. Eu não aguentava mais lutar, não aguentava mais me manter em pé. Eu não podia acreditar que morreria de forma tão cruel, lenta e agoniante. Mas então senti você me puxar e dizer que eu não podia parar. Que eu não podia desistir, não podia me render.
          Eu puxava o ar com todas as minhas forças, lutando pela sobrevivência. Você apertava a bombinha e me dava esperanças sempre que o fazia. Eu não estava sozinha. Eu nunca estaria sozinha.
E então o ar voltou aos poucos, me permitindo dar meu primeiro suspiro de liberdade. E tudo graças a você... Tudo graças a minha melhor amiga.
          Assim que você me viu voltar a respirar, tudo o que você fez foi se sentar no chão e chorar. Sentei-me ao seu lado e lhe abracei. Sussurrava em seu ouvido que tudo estava bem agora, que eu estava viva e que nunca mais deixaria isso acontecer de novo. E nunca mais acontecerá.







Eu.